sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Chuva que acalma os animos e refresca o ar...

Amanhece o dia com uma leve chuva, mais que na hora certa, tirando o calor e a poeira. Os lavoureiros se animam, assim como todos, pois se eles vão bem, tudo anda. O ar mais fresco e a brisa da chuva, mesmo que pouca, nos deixa mais leves. Por um minuto, deixo o mundo ao meu redor e todas as solicitações que tenho para atender e respirei fundo, agradecendo a vida. Apesar da correria, desse mundo que não me encaixo, das minhas indignações e decepções com os humanos, estou viva, cercada de pessoas maravilhosas. Para cada nova decepção procuro fazer uma boa ação, e resistir, até onde puder, quero ser essa pessoa, diferente de todo o resto, como o meu marido pensa. Mas eu quero ser assim, sou feliz assim. Não quero, nem exijo que me entendam, apenas me aceitem, como eu aceito e amo esse mundo louco, onde sinto que não conheço nada, nem ninguém.

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A minha gatinha, chamada por mim Mimi, ou Mimizinha, já não me odeia tanto, até brinca comigo, às vezes, deito para ler, meio de bruços, meio de lado, e ela vem caminhando em cima de mim, e deita perto do meu cabelo e fica batendo nele. Está gordinha, o pêlo bonito. Dizem que os gatos é que escolhem os seus donos, e eles vêm para nos proteger de vibrações negativas.
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Algumas pessoas, tem dificuldades de perdoar e levam muito a sério, a necessidade de ter status e poder, de levar alguma vantagem. Ao ponto que não medem seus atos, suas palavras, não acredito que possam dormir em paz no final do dia. Não acredito.
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Daqui a pouco vou para casa em Santiago, volto no domingo pela manhã, pois teremos um almoço com o pessoal do transporte escolar Capão do Cipó/Santiago, o evento será no Balneário Parque das Pedras, promete muito agito.

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