quarta-feira, 11 de julho de 2007

A Evolução Humana

A Evolução Humana
Vivemos enfim, numa sociedade “dita civilizada”, percorremos séculos a fio, de evolução, física, moral e política, nossos valores foram sendo substituídos, e novos conceitos de ética, de certo e errado foram implícitos a sociedade, na verdade nada mudou, sofreu transformações, aperfeiçoamentos, e distorções desde o primórdio dos tempos. O Homem de Neandertal, defendia suas cavernas, e lutava com quem quer que fosse pela posse do fogo; mais evoluído, construía algumas ferramentas de pedra, para facilitar o cotidiano, trocava suas mulheres por caça fresca, sendo ainda extremamente instintivo, carnívoro e dominador, a “Lei do mais forte”. A evolução veio com a coluna mais ereta, vestimentas e surgiu o camponês, que aprendeu a plantar para a subsistência, o mesmo camponês precisou aprender a lutar para não ser explorado, mais uma vez a “Lei do mais forte”, os fracos viraram escravos.
Mais além, as colonizações em substituição do esclavagismo, os países do Velho Mundo, migraram para as terras recém descobertas. Agora além da força, as influências começam a pesar. No nosso Brasil, depois da exploração fria e pura do início do descobrimento; as colônias vieram para trazer valores aos nossos nativos. Construímos Igrejas, impomos nossa fé, fomos explorados e exploramos, sempre obedecendo a velha “Lei do mais forte”.
Avançando algumas épocas, vimos a luta de nosso povo Gaúcho por seus ideais, por justiça; vimos os movimentos estudantis pela democracia, liberdade de expressão. E, enfim, parecemos estar acabados hoje, vivemos num país livre, democrático, elegemos nossos governantes por voto direto, é bem verdade que nem sempre acertamos. Escrevemos e publicamos o que bem entendemos. Então paro e questiono: Como evoluímos de fato! Como melhoramos! Conquistamos nossos direitos!
Porém, somente nesse dia, vi nos olhos de pessoas comuns, Homens de Neandertal, defendendo suas cavernas e trocando suas mulheres por comida; vi camponeses explorados sem coragem para rebelar-se; vi colonizadores impondo suas crenças e vi olhares de crianças que em todas essas épocas, cresceram com a mesma esperança, que o dia de amanhã ainda será melhor, e dormindo em paz.

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