sábado, 2 de maio de 2026

Embarcando para a sexta vida


Gosto de dividir minha vida em "vidas nesta vida", e senti necessidade de pautar o início da minha sexta vida, que vem em transição há pelo menos dois anos.

E especialmente o ano de 2024, foi ano em que deixei morrer muitas versões que me prendiam ao sofrimento, ele não foi suave, não foi leve, pensando bem iniciei minhas batalhas na metade de 2023, pessoais e profissionais.

 Em maio de 23, sim em maio de 23, lembro de um dia que chorei, sentida e dolorosamente, não escondi minha dor e pedi ajuda, pedi opinião, reorganizei como seguir e segui. Também em junho ou julho de 23, houve uma ruptura  muito grande que foi processada a pouco. Parte de mim já sabia ali, das ilusões que caiam por terra, das incompatibilidades do que eu achava que eu era e do que eu realmente valorizava e  do preço de sustentar cada parte do meu ser. 

As coisas de valor, não se precificam, que lindo de falar né! 

Você já pensou como é sustentar isso numa mesa de reuniões lotada de opiniões diferentes da sua? Já pensou no impacto e no custo dessa sustentação nas suas diversas camadas? E no quanto você se questiona até se garantir que seu valor não é apenas uma crença limitante sua, ou uma resistência a adaptar-se ao novo?

Então, fiz o mais doloroso e difícil, fui revisitando partes de mim uma a uma, e refazendo, sustentando somente o que era inegociável, e descobri que tenho muitos inegociáveis. Isso foi me desgastando, fui pagando cada moeda dessa sustentação, e fui perdendo.

Perdi ilusões, perdi pessoas, aliás corrigindo, não perdi pessoas, perdi somente ilusões que eu tinha em relação a pessoas. Como isso dói, né!

É tão fácil medir! Basta abrir o WhatsApp, 2022 "oi amiga, vamos ..." 2023 "oi, te mandei por email ..."  2024 ".....", você deixa de existir rapidamente quando perde a utilidade, sim para alguns você só teve utilidade e não é culpa deles, quem mudou foi você, não tivesse mudado ainda estaria sendo útil eles são os mesmos, exatamente como podem ser, também colados aos seus sofrimentos e mecanismos de fuga. Na atualidade o instagram também é boa medida, quem te marca, quem posta foto contigo. Ah! Sobraram tão poucos, esse peso vai ficando para trás, mas ainda dói, penso que a dor é de não ter visto antes, de ter sido inteira, onde outros eram 10% comigo. 

Sobraram poucos! Corrigindo, acho que não sobraram poucos não, sobrou muita qualidade, e muitas pessoas que seguiram  antenciosos, pacientes, acolhendo minha nova versão, e me ajudando na travessia. Alguns me carregaram nos momentos crussiais. E fui me refletindo nesses e me aproximando de outros com os mesmos valores, os mesmo inegociáveis. 

Esse movimento, que poderia facilmente descrever como tsunami, do tanto que senti, do tanto que enxerguei, na primeira fase senti pena de mim, que sofrimento dolorido! Não consigo falar dele, mas as cenas estão vividas, quando revisitei com outro olhar cada momento tentando, sustentando meu eu, chorei.

O segundo momento foi: então quem sou eu? O que eu realmente  não negocio, e o que estou disposta perder? Noves fora definidos, com dor, com muita dor e muito pensar em cada consequência, fui sustentando.

Passo três, autoestima, não é possível se mover sem autoestima em dia, então olhei para mim, o que me incomoda, emagrecer? Sim, quero, preciso, nutricionista, dieta, etc e tal, fui, terapia sempre, terapias alternativas? Bora! É claro sustentando e pagando em moedas do meu ser. 

A gente não vê assim, um cronograma pronto, um passo a passo definido, não escrevi esse planejamento, tudo foi empírico, sentido, sustentado e mortificado, quando estava a um passo da morte, talvez fosse assassinada em breve, decidi morrer por mim e posso dizer que esse foi o quarto momento, o mais doloroso. Entendi que precisava movimento, e a autoestima não estava concluída, mas existente, ela cabia deverás num saquinho de sacolé, com ela iniciei o movimento.

Com o primeiro movimento, o sacolé de autoestima e dor, muita dor, é uma dor ardida, quando se vê o que estava enublado, não conheço palavras quem imprimam o que ficou grudado no meu dna dessa vida, não foi a primeira vez desse sentimento, já descrevi minhas muitas vidas, por aqui.

Num chamado quinto passo ativei a confiança, a coragem, minha rede, minha real rede de apoio, consciente do que perdia, com uma confiança inabalável de que estava certa, tudo tinha se descortinado eu não era a mesma, nada mais me cabia, uma velha roupa se quer. 

No momento a seguir, descansei, reservei tempo para mim, eu já tinha plantado, regado, então era paciência e reconexão. Foi um tempo de limpeza, lembro muito do sol de inverno, o frio e aquecimento das olheiras de sol, tomei muito sol, sai caminhar sozinha. Um dia parei num local aleatório para comer, e depois pedi um sorvete, eu postei uma foto e mandei para minha irmã "eu nunca tinha comido um igual" era apenas uma casquinha de máquina. E com essa lembrança eu choro agora escrevendo. Essa pequena fase, as escolhas que fiz nela, sem me negar sentir, senti cada agulha cravada no meu corpo, mas veja: voltei a sentir o gosto do sorvete. Fui contando dia a dia #dia01, #dia279, #diaxxx, não lembro o dia que parei, apenas senti que estava de volta a rota. 

A sétima fase foi o retorno, o recomeço, lembro do dia, do frio, do novo local físico, outras pessoas, muitas outras pessoas. A sensação de se reconhecer novamente, já era outra de mim, ainda com muita dor ardida.

Sair da pele dói, não tem a ver com os atores envolvidos, tem a ver consigo próprio, não há vilões, há o meu "Bhagavad gita". Essa é a fase de haver-se consigo mesmo, sustentar-se, separar o seu do que é do outro. 

Por algum motivo, hoje senti que adentrei na sexta vida, posso dar por concluída essa "troca de pele", ponte queimada, sem possibilidade de voltar para antiga eu. 

Como eu estou? Seguindo com coragem, muita, com meus inegociáveis intactos,  mais segura, mais leve e consciente de tudo que posso, que quero e que vale para mim. 

O que fica mais uma vez muito claro  é o quão necessário e gratificante é recomeçar, ressignificar essa existência ainda nela, não se iludam, pois falo de gratificante, não é suave, nem todos tem coragem de rever rotas e puxar para si a responsabilidade de ser melhor. Melhor que ontem, viver mais leve que ontem, mesmo que para isso seja preciso rasgar-se inteira e fazer crescer nova pele.   

Sem romantismo, viver é construir-se corajosamente, rever todo dia a rota e mover-se para aquilo que lhe é valor. 


Poemas na devastidão


O inferno é bem aqui:

Estava ela posta à mesa da inquisição,

Entranhas sendo abertas a rasgos forçados,

Por outra mulher,

Tentava àquela esconder seus desejos projetando vingança em quem ousa ser o a ela não tem coragem?


Escrito em 19/03/24


terça-feira, 5 de março de 2024

Ofereço homenagem silenciosa porque sequer pode ser dita

 


Edição em 02/05/26: O poema retrata a morte de um colega, que decide interromper sua vida, o sistema não muda com isso, as reuniões não são reagendadas e a cultura não é revista. A sua dor, está nos outros, está em nós, naquele dia seguimos, vários depois dele também sucumbiram.
E a cultura segue, as políticas do sistema pioram e o idealismo dos mais sonhadores definha e se esvai um pouco por dia. 

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Sobre as muitas vidas de uma vida

 Muitas vidas numa só vida, disse certa vez,  e de algum modo virou  mantra, que ajuda a marcar o ritmo da  caminhada;

Lá se vão os anos,  floreiras desabrocham e murcham, derrubam sementes, que em dias úmidos, se permitem germinar, de novo florescem,  sempre flores, nunca as mesmas, sempre belas;

Lomba a cima, lomba a baixo, por vezes reclama do sol quente, noutras se delicia com a brisa fresca, segue andando, o caminho nunca é o mesmo, dependente do lado que se volta o olhar, para cima, para baixo, para os carros, para os jardins, para o céu, para os fios de eletricidade, para seus próprios pés. Respira! Alívio, hoje é dia de brisa, acho que é primavera;

De tempos em tempos, o caminho fica desconfortável, nem se deu conta, é verão então? O grau dos óculos mudou, não se vê mais o que se via, não há mais floreiras, o chão está poeirento, o sol queima demais,  e as brisas foram substituídas pelo abafado úmido que gruda na pele, repugnando, quase  asco; 

E se o caminhante já não for o mesmo? É bom que refaça a rota, pensa depressa!

 É urgente, um novo caminho, semeia, rega sem cessar, é trabalho árduo,  e olha só! Já está pronto, agora com muito mais  árvores, tem mais sombra, então o chão é mais úmido, a grama cresce, as flores se mantém...

Segue, segue,  logo ali, será outono, e depois inverno, e o grau dos óculos vai mudar de novo, e no caminho, verá o que ainda não vira, porque já não é o mesmo, tem novos olhos, novos ouvidos, pode ser que use mais rosa agora, ou mais azul, ou verde água, importa que  traçou nova rota, refez a estrada e criou nova vida. 

Agora, apenas seja paciente com  a brotação. 





sábado, 31 de julho de 2021

Quando dor se refaz em poesia - 14 de julho fim de um ciclo com o incêndio no Prédio da Secretaria de Segurança Pública - RS



 E de hoje o que fica e o que vem?

Certo que fica, a lembrança do pôr do sol, que não levantei para apreciar. Ora, veja, não apreciei-o de fato, mas estive lá por inteiro em todo resto, sofri, vibrei, sonhei, comemorei!
As violetas ficam, cumpriram seu papel! Sempre me fizeram companhia, ouviram minhas dores e risos.
As canecas ficam, dolorosamente ficam!
As imagens das três janelas, das três vistas, das três salas, que abraçaram minhas manhãs, nesses 10 anos, ficam.
Impossível deixar os piqueniques do pátio, as conversas desconexas de corredor, as semanas juninas, as "terapias" do almoço. O caminho descoberto, reiventado e sempre trilhado com paixão, esses vem comigo! Ah, esses estão em mim!
Todas as "Elises" diferentes que cruzaram os corredores, enquanto aprendia, crescia, errava e vivia. Elas vem!
Vem junto a permissão de sentir essa dor, pelo ciclo rompido, pelas memórias mexidas, pelo medo do devir. Agora tem chuva lá fora, e é dia que se permite o choro se assim quiser, está autorizado, deixa o peito apertar, estranho seria estar  bem!

sábado, 17 de abril de 2021

Vazios e excessos

 "No esvaziamento dos meus excessos, falta-me tempo;

Falta-me tempo para o sofrimento tão  justo que  careço;

O tempo de ouvir a intuição, de esperar a lágrima sentida cair;

A correria que me interpela, sorropia além do sorrir, o direito de sentir dor;

Já não se pode entristecer, não há tempo e nem motivo suficiente, para que se permita chorar;

A lágrima demorada, fora proibida, a cara sofrida abolida;

A regra é ser feliz, maquiagem e;

Bola pra frente se diz!

Nunca pensei que luxo seria, àquela mulher que ainda pudesse sentar e aguardar, uma doce e quente lágrima rolar."


Coisas de Elis 17/04/19

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Por que é tão difícil a felicidade?

E nos indagamos, por que é tão difícil a felicidade?

 

Freud em "Mal-estar na civilização " aponta três fontes de insatisfação e sofrimento humanos: a prepotência da natureza; a fragilidade de nosso corpo e a insuficiência de normas que regulam os vínculos humanos na família, no estado e na sociedade. As duas primeiras nos rendem ao inevitável reconhecimento que são fontes de sofrer e há pouco que possamos fazer para amenizar, pois não há como controlar o tempo, nem o envelhecimento do corpo, menos ainda os imprevistos a que estamos sujeitos. De posse desse conhecimento seu efeito não deve ser paralisante ao contrário, motivador! Não temos controle, o que pode ser pulsional e motivador para ação no campo do possível: não posso controlar a natureza, mas é possível ter consciência de preservação, de empatia e cuidado com universo, não há como controlar o envelhecimento, mas posso amar e cuidar meu corpo, não me referido a atrofia dos músculos, no esforço diário para fazer o que eles não foram originalmente criados para fazer, nem de enxertos para alimentar padrões sociais, o que na maioria das vezes vai gerar ainda mais sofrimento, visto que o modelo ideal é impossível de se alcançar. Falo do acolhimento de si, como ser frágil e transitório, se colocando frente ao social de seu modo, um modo único, flexível e amoroso de si. Quanto a terceira causa de sofrimento, a social, é preciso admitir que viemos fracassando em termos de contratos sociais, nosso narcisismo excludente e hostil nas relações, nos leva e ao outro para uma profunda insatisfação com a civilização. Insatisfação com o próprio grupo, inadmissível ousar desagradar alguém, mesmo que sem perceber e sem intenção, ao ser você mesmo, logo vira meme/tiktok/fofoca de ódio. E vamos falhando, enquanto rasgamos nossos contratos sociais pela falta de empatia e narcisismo gritantes. A civilização falha, no micro, no macro e julga, se ocupa de julgar e se julgar se tornando tão ou mais hostil que alguns dogmas antigos de fé. Uma vida mais simples acolheria, uma vida mais empática e a consciência que não temos controle de nós, nem do outro e está tudo bem, podemos conviver, com arte, moda, com cálculos, pois há algo que nos liga, que é o mesmo desejo da felicidade, tendo caras e caminhos distintos para cada um. Ocupe-se de si o resto acolha, observe e deixe ir.

domingo, 22 de novembro de 2020

Mulheres sábias

 É um lindo domingo de primavera, e recebi muitas fotos de flores da minha mãe, fotos de parreiral do meu pai, carregadas de memórias e sentimentos. No meu domingo, paz e mantras, enquanto ainda leio "A ciranda das mulheres sábias" de Clarissa Pinkola Estés, a mesma autora do "Mulheres que correm com Lobos", que também já li e aliás recomendo. E foi então, que visualizei algumas das tantas mulheres sábias que perpassaram o meu destino, e o quanto cada uma me moldou e me ensinou, quando o sentimento de desamparo bateu, e ele bate! Ah, sim! Qual mulher nunca se sentiu perdida, cansada e insegura, sem saber para onde seguir? Bom, nesses momentos é sempre bom ter a mulher sábia por perto, aquela que já despertou e vai poder te indicar o caminho, pois ela já o percorreu, já tem a marca  da batalha vencida, ou perdida, mas já o conhece. É preciso aprender a reconhecer a mulher sábia a volta, e distinguir daquela que ainda não despertou, aprender a ouvir a mulher sábia do seu interior. Não importa onde ou como estamos vivendo, a chama dourada da sabedoria está lá, em cada mulher, ela pode despertar ou não,  contentar-se com o vazio de uma vida posta para ela, ou escolher rasgar-se e remendar-se até que se permita brilhar com a chama dourada da mulher sábia. No fundo sabemos distinguir o tom de voz da mulher sábia quando ela chega, o sussurro de seus conselhos que algumas vezes não dizem o que  queremos ouvir. A mulher sábia pode ter te ensinado como ser ou como não ser, como bater a maionese, ou o que não falar para os "homens" de si,  como agir no trabalho, ou o que vestir para namorar, quem sabe apenas ter te dado uma receita de bolo ou chá, você pode ter usado os conselhos ou simplesmente descartado.
  A mulher sábia se passa pela mulher comum ao teu lado, para entregar o recado no momento certo, no momento que você precisa e está pronta para receber. Quantos recados dela deixamos escapar todo dia! Sem dar permissão para que ela se aproxime o suficiente para que possamos ouvi-la. A mulher sábia não necessariamente é uma velha, mas pode ser, embora a mulher sábia nunca envelheça, pois o que a move não conta tempo, o que a move está além. Ela já fez a viagem por sua própria sombra e se conhece, e se reconhece na outra mulher sábia quando a vê, elas  trocam, elas conversam, suas cicatrizes vão ter semelhanças, e uma sempre estará disposta a carregar a outra nos braços quando for preciso. Fico imaginando se a mulher sábia em mim, já começa a despertar, e fico agradecendo cada sussurro das que vieram antes de mim, e me indicam o caminho, nunca me indicaram o caminho mais fácil, mas sempre aquele que eu precisava percorrer. E assim permanecerá, como foi com àquelas que vieram antes, e seguirá com as que ainda virão, mas somente com as que estiverem dispostas a se aproximar o suficiente para ouvir seus sussurros de sabedoria, porque a mulher sábia passa discretamente, embora jamais despercebida. 

terça-feira, 21 de julho de 2020

Cotidianos

Era inverno, era um tempo de Covid no ar, nos corpos e nas mentes das pessoas. Assistia aula online, disciplina de férias, "desenvolvimento adolescente", abordagem psicanalítica. Bebia uma taça de vinho, em goles macios, que duraram as 3 horas de aula. Decide escrever, nem sabe o porquê, sabe que o momento não é bom ali fora, mas aqui dentro há calma, há confiança. A vida tem sido mais suave, do que quando a ensinou a não limpar os pés na grama do jardim, menos complexa do que quando a ensinou que as pessoas também são cruéis. Tem sido mais leve, talvez seja o que chamam de maturidade. Não sabe, não se importa, apenas continua e usufrui, como se sempre tivesse sido assim. Mas segue, pois há novos lugares, novas liberdades, muito a fazer e se tivesse alguma certeza, que não as tem, ela seria de sempre continuar. Se houvesse um único conselho útil, seria "não pare de aprender, mas comece a ensinar", não guarde nada para si, o universo se abre para quem está disposto a se soltar, vá, largue a necessidade de estar certo, a necessidade de ser visto, faça  por você. Mas não quer escrever autoajuda, quer ser ferramenta para libertar pessoas, libertar de si e dos seus constructos, então segue, apenas segue e usufrui. 

quinta-feira, 25 de abril de 2019

"Um dia acordei e decidi: vou semear.
Minha vida hoje, é jardim comum, com flores e espinhos, aprendi a desviar do espinhos e não me preocupar com os elogios ou críticas a brotação. Floresço todas as manhãs, desabrocho com a  luz do sol. Se lágrimas escorrem de meu rosto elas irão regar minhas raízes e torná-las mais resistentes. Muitos observam e jogam novas sementes, outros fixam o olhar tentando murchar as pétalas. Mas o jardim foi fixado em solo fértil e apesar de enfrentar também climas ruins, ele floresce."

Coisas de Elis

A QUINTA VIDA DE ELIS

Num primeiro momento, pensei em excluir o blog, já que tanto tempo se passou, sem que eu escrevesse. E como tenho mudado tanto, o que é per...