sábado, 26 de novembro de 2011

Pensando na minha Santiago do Boqueirão

Não perdi o hábito de acompanhar as "notícias", de Santiago, pelos blogs de lá. Afinal, Santiago é a cidade que elegi para ser meu ponto de partida. Lá tenho minha casa, meu marido, muitos amigos. Gosto da cidade, da tranquilidade, das plantas do meu jardim, de caminhar no ginasião. Vejo que nada mudou, nesse pouco tempo que estou mais distanciada. Há ótimas notícias, como a mudança de partido do vereador Bianchini, um político de coragem, espero que mais pessoas destemidas se aliem a sua causa. Há outros fatos simplesmente nauseantes, de um merchandise baratésimo, pago a gotas, para alguns que se intitulam imprensa, textos de uma pequenice de espírito, exaltando em ufanismo, pseudo-políticos, dominadores da "Arte de enganar o povo" ( se me permite o empréstimo do livro de Júlio Prates). Fatos deprimentes para uma cidade, onde acredito a maioria ser pensante e com condições de discutir e analisar.  Lançam e relançam, candidatos a cargos eletivos para o ano vindouro, num puxa-saquismo explícito ( me perdoem a expressão) . Pobre Santiago, enquanto dança calada ao embalo de seus lançamentos poéticos, o povo festeja seus conhecidos cantando pelo Criança Feliz, e no próximo ano, vencerão os candidatos que conseguirem o maior número de "apoiadores". Alguns repetem tanto que convencem até a si próprios que teriam condições de administrar um município.

Mas é apenas a  minha forma de ver as coisas, já que sabem que não entendo de política nem de futebol.

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