terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

De filminhos e emoções

Acabo de ver o filme "Marley e eu", bem atual! Mas não menos emocionante. Eu já havia visto o livro, ouvido vários comentários e anos, muitos anos depois, baixei da internet e assisti. Com minha cadela deitada ao meu lado, foi impossível não chorar e não lembrar dos outros que já tive. Talvez seja esta, uma curiosa forma de nos darmos conta, que nossa vida está passando. Os cães vivem menos que nós, podemos ter vários deles em nossa companhia, enquanto caminhamos, corremos atrás de nossas conquistas. Ao final do filme, são feitos alguns comentários sobre nossos tão fiéis amigos: " os cães não se importam se você tem uma casa grande, um carro do ano, se você é inteligente ou bobalhão, eles apenas precisam que você lhes dê amor..." Lembro da primeira cadela que tive quando mudamos para esta casa, a Bamby, de quando compramos o Sadan, de quando a Bamby morreu e então ganhei a Maria Izabel de presente, como se pudesse substituí-la. Sem falar em todos os que tive na infância, os que são da mãe e moram lá fora. Gosto de todos os animais, senti saudade até mesmo de um cachorrinho branco, que antes do temível canil, morava sossegado no calçadão, era bem bonito, sempre me seguia e acompanhava até o portão da Nicola, ele me fazia parar de pensar e rir, acho que isso me fazia bem. Acho que todos esses cães me ajudaram, a dispersar meus dias mais cansativos e a viver uma vida mais leve, mais feliz, porque afinal de contas de tudo que temos e do que brigamos para ter: o que realmente é importante.

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