sábado, 17 de abril de 2010

Paz de espírito - o melhor prêmio

Noite de sexta-feira, aqui em casa uma calmaria de dar inveja. Acabo de fechar a apostila, grossa, surrada, cheia de rabiscos, não há mais tempo, fiz o que pude, a li tantas vezes quanto foi possível, sem deixar de viver minha adorada rotina. Se foi suficiente, vou saber em breve. Dizem que não se estuda em véspera, deve-se descansar, relaxar, não se preocupar. Acabo de guardar o material, vou tentar seguir esse conceito. Passam de 9 e meia, a Isa está na faculdade, o Denilson trabalhando (creio fielmente nisso), meu próximo passo será colocar um filme, servir a taça mais bonita que eu tiver, de vinho, sentar na sala, meu sofá predileto. Não sei se escolho uma comédia e fico bem alegre, ou um romance e choro um pouco, só algumas lágrimas, aquelas que deixam os olhos mais limpos, mais vivos. Vou relaxar, estou apenas incondicionalmente feliz, não por acertar e ganhar sempre, mas apenas por estar tentando, e fazendo tudo ao meu jeito, se não der certo, terá uma nova tentativa, para tudo sempre.

Um comentário:

Júlio César de Lima Prates disse...

Costumeiramente, leio teu blog. Porém, confesso que hoje, em particular, tem algo diferente, estranho, eivado de simbologias, nas tuas palavras. Até do que soa como fina ironia ao complexo do cálice, que denota tristeza. Como tuas palavras são sempre doces, estimulantes, estou aqui a externar minha compreensão com uma pessoa que eu acho tão bacana. Abraços e solidariedade.